<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661</id><updated>2011-04-21T15:52:32.967-07:00</updated><title type='text'>Um Brinde à Dor.</title><subtitle type='html'>Precisaria de muitas linhas e línguas pra explicar tudo o que sinto ou tudo o que se passou pra eu me sentir assim. O que ocorre é que nem mesmo eu sou capaz de transformar em palavras. Ontem tentei acreditar na minha existência... me diverti... e encontrei um monte de tristeza personificada no sorriso que não abandona o meu rosto vazio e na imensa solidão que vem consumindo meu intimo. É... continuo descrente.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-113096811768269347</id><published>2005-11-02T13:39:00.000-08:00</published><updated>2005-11-02T13:51:11.233-08:00</updated><title type='text'>O canto da nuvem.</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;E a nuvem foi fluindo e cantarolando uma musica lenta e leve, o contato desse cantarolar em seus ouvidos dizia aos seus corações suas histórias tristes. Felizes e mortos. Cantava a nuvem:

&lt;br&gt;
“Seu mundo ficou escuro&lt;br&gt;

Tentando cobrir o vento&lt;br&gt;

Felicidade é como um muro&lt;br&gt;

Que faz da dor... alto alento&lt;br&gt;


&lt;br&gt;
Cruzando o verde estreito&lt;br&gt;

Vermelho no céu anil&lt;br&gt;

Formando contraste feito&lt;br&gt;

Buquês em pleno abril&lt;br&gt;

&lt;br&gt;
A tarde nos viu de longe&lt;br&gt;

Chegou-nos a noite, triste&lt;br&gt;

Abraço do gris esconde&lt;br&gt;

A dor que não mais existe&lt;br&gt;

&lt;br&gt;
O tempo parou baixinho&lt;br&gt;

Sussurrando seu segredo&lt;br&gt;

Felicidade vem do carinho&lt;br&gt;

E o medo vira brinquedo”&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-113096811768269347?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/113096811768269347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=113096811768269347' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/113096811768269347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/113096811768269347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/11/o-canto-da-nuvem.html' title='O canto da nuvem.'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112847539083594392</id><published>2005-10-04T18:20:00.000-07:00</published><updated>2005-10-04T18:27:43.610-07:00</updated><title type='text'>Revelação</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;- Fiquei todo esse tempo sem escrever porque fugia. Queria dar conta de voltar sem falar disto. Não posso.&lt;br&gt;
- Sente-te em paz, meu filho. &lt;br&gt;
- Impossível, e se tudo sabes, bem sabes.&lt;br&gt;
- Não posso fazer com que compreendas meu tempo, meu filho. Mas não te preocupes... serás recompensado por tanta dor.&lt;br&gt;
- Tenho te odiado.&lt;br&gt;
- Bem o sei. E teus sentimentos me têm feito sofrer.&lt;br&gt;
- Eu te odeio.&lt;br&gt;
- Perdoa-me. Há um sentido. Verás um dia.&lt;br&gt;
- Acho que não resisto a espera. Só acontece que podes responder isso bem melhor que eu... pena que o silêncio sempre seja tua resposta. Cansei-me dessa dúvida. Hoje ignoro-te.&lt;br&gt;
- Bem o sei, e te compreendo.&lt;br&gt;
- Esperava mais de ti. Pareces, aos meus olhos, incapaz. Fraco. Ou covarde. Cruel. Nunca o que esperava de ti.&lt;br&gt;
- Continua. Precisas dizer. Esse é o momento de atenuares tua dor.&lt;br&gt;
- Cala-te. Cala este silêncio indigno, covarde.&lt;br&gt;
- Amparar-te-ei em meus vastos braços. E embora nunca perceba o conforto invadirá tua vida até que o meu tempo chegue. Não podes entender, meu filho.&lt;br&gt;
- Impedes-me de ir. Confortas-me e manténs-me sofrendo. Odeio-te. Deixa-me ir.&lt;br&gt;
- Chora.&lt;br&gt;
- ... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112847539083594392?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112847539083594392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112847539083594392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112847539083594392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112847539083594392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/10/revelao.html' title='Revelação'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112710649803347574</id><published>2005-09-18T22:07:00.000-07:00</published><updated>2005-09-18T22:08:18.040-07:00</updated><title type='text'>Sentença</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Li o futuro.&lt;br&gt;
Difícil leitura... dessas densas. Mas li... li meu futuro. E gostei do que vi.
Descobri que sofrer é infantil. Que com o tempo toda a dor se torna nada mais que a realidade. A única opção. Então vou perceber que qualquer tentativa de saná-la, fugir dela, contorná-la, vencê-la, esquecê-la, é vã... é falta de experiência.
Num dia qualquer vou caminhar numa rua qualquer, sozinha como agora, e vou perceber a beleza de chorar em desespero. A beleza da solidão absoluta.. Vou até sorrir às vezes, como faço. Vai ser manhã. Vou perder de vez a crença na possibilidade alegria.
Vou vencer cada medo, tornar-se-ão todos reais. Parte da minha visão me abandonará. Incapaz de movimento que seja em direção que seja, vou estar livre... plenamente livre.&lt;br&gt;
Vou fechar meus olhos e vou ver todo meu sofrimento como partes do meu corpo... como um órgão. Como minha pele. Ou meu cérebro. Esse brilho que ainda teimo em manter em meus olhos, vai desaparecer. Minhas lágrimas secarão por completo. Aí... toda vez que estiver sentada sozinha em meu canto, vou rememorar tudo o que passei e vou maldizer a juventude, cada lágrima desnecessária e toda rejeição a dor. Sofrer é infantil... mera falta de experiência.&lt;br&gt;
No lugar do meu coração vai habitar meu peito... uma pedra. E com o tempo eu mesmo tornar-me-ei pedra. Vou perder a capacidade de falar. O silêncio tomará totalmente o que se apresenta como possibilidade de pedido de ajuda. Vou vagar pelas ruas. Sem necessidade de rumo. Vou abandonar minha casa, essa também far-se-á desnecessária. Vou sentir frio... impassível. Vou sentir fome e sede... impassível. Vou depender da caridade alheia. Vou finalmente ver-me profundamente doente. E num dia qualquer vou morrer.&lt;br&gt;
Sentada sobre um pano sujo e empoeirado vou sentir a morte chegando. Ela vai se aproximar... primeiro tomando-me a pouca restante visão que até então terei. Depois em pleno escuro, ela via tomar cada um de meus movimentos. Sentirei como se cada membro meu fosse sendo retirado de mim com precisão. Então vou perder a capacidade de respirar ficando gradativamente sem ar... e sem poder me mexer vou tentar pedir ajuda, mas o silêncio vai me impedir. Vou sentir o efeito da morte levando minha existência por algumas poucas horas e... em alguns poucos dias, tornar-se-á absolutamente incômoda minha presença.&lt;br&gt;
Hoje... tentando fugir de mim, Li meu futuro. Sei como tudo vai acontecer e estou confortável agora. Em algumas poucas décadas vou experimentar o que a vida apresenta como opção alternativa ao meu presente. Difícil leitura... dessas densas. Mas li... li meu futuro. E gostei do que vi. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112710649803347574?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112710649803347574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112710649803347574' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112710649803347574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112710649803347574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/09/sentena.html' title='Sentença'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112639095958480992</id><published>2005-09-10T15:12:00.000-07:00</published><updated>2005-09-10T15:26:56.880-07:00</updated><title type='text'>O Não-diálogo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Impossível diálogo. Um dormia.&lt;br&gt;

- Preciso que tu não saibas como eu preciso de ti.&lt;br&gt;

- Entendo!&lt;br&gt;

- Não sei o que fazer.&lt;br&gt;

- Mas tu me disseste, não é verdade?&lt;br&gt;

- É! Louco.&lt;br&gt;

- O que tu esperavas.&lt;br&gt;

- Não sei. Queria que tu soubesses o quanto és importante.&lt;br&gt;

- Ah! E tu achas que eu agora sei como sou importante?&lt;br&gt;

- Agora sim. Sabe o quanto eu espero de ti. E eu acho que isso está pesando. Acho que eu vou perder você. Essa opção me assusta tanto.&lt;br&gt;
- Mas, tu viveste sem mim.&lt;br&gt;

- É, mas... por favor, não sabe do quanto eu te preciso.&lt;br&gt;

- Acho que não é possível. Voltar às vezes é mesmo a melhor das opções. Mas é invariavelmente impossível.&lt;br&gt;

- Dá-me um conselho então?&lt;br&gt;

- O que tu esperas de mim?&lt;br&gt;

- Eu não sei. Talvez mais do que tu possas dar. Acho que esse é o problema.&lt;br&gt;
- Mas eu preciso tanto de ti quanto tu de mim?&lt;br&gt;
- Queria saber, tu és tão forte.&lt;br&gt;

- ... estou te fazendo sofrer, não é?&lt;br&gt;

- Não. É... estás. Um pouco. Na verdade eu que mais uma vez fiz tudo errado.&lt;br&gt;
- Você acha que tem solução?&lt;br&gt;

- Não sei. Tenho muito medo de te perder. Eu sou muito egoísta. Queria-te só pra mim.&lt;br&gt;
- E eu não posso ser só teu?&lt;br&gt;

- Não sei. Não.&lt;br&gt;

- E isso? Essas palavras perdidas. Lançadas ao ar. Se eu ler, vou perceber ainda mais forte o quanto tu me precisas.&lt;br&gt;
- Mas, tudo bem. É só que tu nunca as vejas.&lt;br&gt;
- Teu maior medo é me perder?&lt;br&gt;
- Ajuda-me.&lt;br&gt;

- É o que faço. Tu disseste!&lt;br&gt;

- Então acorda.&lt;br&gt;

- Vou te ajudar a decidir o quanto posso saber sobre o que eu já sei?&lt;br&gt;

- Acorda.&lt;br&gt;
- Tu sabes que eu não vou acordar, nunca. Não aqui!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112639095958480992?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112639095958480992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112639095958480992' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112639095958480992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112639095958480992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/09/o-no-dilogo.html' title='O Não-diálogo'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112596752953668925</id><published>2005-09-05T17:25:00.000-07:00</published><updated>2005-09-05T21:25:29.803-07:00</updated><title type='text'>De Alguém Nada Impune, Essas Linhas.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3229/1350/1600/daniel.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3229/1350/320/daniel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Era só um cômodo vazio. Que se encheu de repente por um som harmônico e cheio de SENTIDO.&lt;br&gt;

- Dar valor ao dito, como forma de resistência! Adoro-te.&lt;br&gt;

O que dizer. Cada linha era sincera. Era a necessidade e o desejo que convergiam de forma impávida. E o que fora cômodo viu-se menos sofrimento. Menor. Era apenas alguém, impossível ser alguém que não num mundo pequeno de calorosos abracinhos. Queria só dizer o quando estava grato. Mas como? Ressoa o silêncio no cômodo vazio. Ressoam as palavras e a alegria trazida pelo dito. O dia nem havia amanhecido.&lt;br&gt;

- Talvez eu desejasse o pior. O castigo do afastamento. Cada linha tinha a intenção de te mostrar o que eu sou. Nada digno.&lt;br&gt;

E o vazio abandou o domingo. Entre sentidos e instintos. Entre gargalhadas e algumas disfarçadas lágrimas. Ele sonhou com um mundo onde ele mesmo existisse independentemente de seu sentido. Queria crer.&lt;br&gt;

- Como dizer esse obrigado? Como? Não... não concordo com você!&lt;br&gt;

Buscava nas linhas da dedicatória como mostrar a afeição. E os dois amigos sentados, distantes, viam surgir na falta de luz de uma noite surpreendentemente curta, o que dava sentido ao contato. E o nefasto sentido.&lt;br&gt;

- Somos Almas quase Gêmeas... Odeio as músicas dele. E a voz dele. As letras dele. É... mais uma vez eu não concordo com você. - E a gargalhada estuprou o silêncio. Quatro da manhã.&lt;br&gt;

Era a dor o segredo. E essa lhes eram peculiares. Cômico. Nada mais cômico que o sofrimento.&lt;br&gt;

- Então é esse silêncio o que você me oferece... olha que eu te processo!
Poderia ter sido um domingo. Não... foi mais, bem mais.&lt;br&gt;
- Obrigado.&lt;br&gt;

- Você pode estar bem... basta que resolva pequenos detalhes.&lt;br&gt;

- Pequeno, nesse mundo, só os imaginários abracinhos. - A gargalhada.&lt;br&gt;

Nada disso vai, agrupado em linhas, fazer muito sentido. Mas vai fazer algum sentido, o suficiente para conferir... existência. Mas com se pode pretender entender. Tratam-se apenas dos sentimentos De Alguém Nada Impune, Estas Linhas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112596752953668925?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112596752953668925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112596752953668925' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112596752953668925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112596752953668925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/09/de-algum-nada-impune-essas-linhas.html' title='De Alguém Nada Impune, Essas Linhas.'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112554500528540982</id><published>2005-08-31T20:21:00.000-07:00</published><updated>2005-09-03T19:58:54.173-07:00</updated><title type='text'>A Florzinha</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3229/1350/1600/florzinha3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3229/1350/320/florzinha3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3229/1350/1600/florzinha.jpg"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Queria escrever sobre uma florzinha. Só que antes achei imperativo que eu pensasse: “o que ela representaria?”. Não é literariamente digno escrever sobre a florzinha. Florzinha é só forma... sem conteúdo. Mas e quando a forma é o próprio conteúdo?&lt;br&gt;



Falarei então da florzinha. Sem medo de ser superficial. Nada mais profundo que uma bela florzinha?&lt;br&gt;



Era uma pedra cinza onde estava parada e multicolorida a florzinha. Ela era triste. Ela sabia ser a reminiscência de beleza naquele cenário... dependia de seu esforço, mas mais triste que a florzinha estava a moça. A florzinha era tudo o que a moça tinha. Não é mais só a florzinha. Há alguém agora que a assiste. Agora ela realmente existe. O que não é visto simplesmente não existe. Eu mesmo sou pouco mais que inexistente. Mas a florzinha um dia amanheceu chorando. Era como se o nascer do sol num dia claro fosse capaz de revelar às almas mais sensíveis o triste futuro que as espera. A moça tivera da mesma maneira amanhecido chorando e eu ... eu não choro nunca. Nem quando meu corpo implora... meus olhos secam... nem quando via a florzinha.&lt;br&gt;



Hoje a florzinha é só mais uma lembrança, uma imagem longínqua na mente dos que a a viram... para quem nunca a viu... ela nem nunca existiu. Sobre a pedra... sua imagem multicolorida viu-se passado quando do toque descuidado da moça com as solas de seus sapatos lindos. A moça que se atirou da pedra, pisou na pobre florzinha.
Sobre a pedra, hoje me lembro... ou crio... tudo sobre a florzinha que me trás lágrimas aos olhos, mas nunca choro. Naquela manhã de sol, ambas se foram e tudo o que ficou, de seus sofrimentos, ficou bem aqui onde as guardo.&lt;br&gt;



Queria escrever sobre uma florzinha, imaginária ou real. Metáfora ou só florzinha. Mas é inútil fazer o que quer que seja, se mais cedo ou mais tarde... amanheceremos chorando... prevendo o que diz o nascer sol às almas sensíveis.&lt;br&gt;



&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112554500528540982?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112554500528540982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112554500528540982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112554500528540982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112554500528540982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/08/florzinha.html' title='A Florzinha'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112502607159339819</id><published>2005-08-25T20:07:00.000-07:00</published><updated>2005-08-25T20:17:55.366-07:00</updated><title type='text'>O fim...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;E ao ver aqueles olhos, se apaixonou.&lt;br&gt;
Era só que descrevesse para seu coração a sensação louca e divina de ter em suas mãos aquela mão. E fechou os olhos e viu. Aquele rosto era agora o plano de fundo de todos os seus pensamentos. Aquele sorriso, aqueles movimentos. Tudo.&lt;br&gt;
Ele era lindo. Como um rio prateado. Inconcebível sua beleza. Mas aos olhos o olhar se foi. Distância cheirava a sal. Sobre a neve, sob nuvens estranhas. E o beijo indescritível narrou-se em forma de riso, envolto em um frio lindo. E o que era claro e branco e ... tornou-se escuro, aquecido e triste. O tempo apresentou como um presente seus olhos passados e mortos. A neve havia sido. As mãos o mesmo. Agora era um vazio longo e tão lilás quanto o, já inexistente, frio que o fazia sentir que mesmo que tudo voltasse a ser como antes... nada resolveria o incurável medo de viver o que já vivia conscientemente. Então sentou-se. Aves tropicais pousaram em suas pernas trêmulas. Rios desérticos secaram seus olhos. Árvores interestelares tornaram inférteis sua pele profunda. Tudo desapareceu, até ele próprio.&lt;br&gt;

Personagem – Que lindo! (fechando o sorriso) piegas, ridículo.&lt;br&gt;

Escritor – Não! Cale-se. Vou contar sua história. Não há nada que possa fazer para me impedir.&lt;br&gt;

Personagem – Estou morto. É claro que não posso te impedir, e mesmo se pudesse, não tentaria. Só desaconselho que o faça.&lt;br&gt;

Escritor – Qual é sua questão? Teme que destorça sua vida... prometo ser fiel ao que te aconteceu. Juntei muitos dados ao seu respeito. Sou capaz de narrar muitos de seus dias, toda sua história... e que história!&lt;br&gt;

Personagem – (em gargalhada!) Pouco me importa o quanto você sabe de mim e não acredito em fidelidade... amadureci demais para acreditar nessa utopia infantil. Você vai estar muito mais presente na minha história que eu...&lt;br&gt;

Escritor – Não entendo sua rispidez! Há uma verdade sobre tudo o que lhe ocorreu. Ou estou enganado? Você passou mesmo por todas aquelas coisas não foi?&lt;br&gt;

Personagem – (com um sorriso cínico!) Há? Eu estou morto, lembra?! De que vale minha resposta?&lt;br&gt;

Escritor – Prometo me esforçar.&lt;br&gt;

Personagem – ...&lt;br&gt;

Escritor – É que eu acho sua história tão... especial.&lt;br&gt;

Personagem – É... eu não acredito que haja histórias especiais.&lt;br&gt;

Escritor – Há alguma coisa em que você acredite?&lt;br&gt;

Personagem – Há! Eu acredito na dor, essa me matou. Eu acredito no ódio que sinto de tudo o que vive... sinta-se incluído. acredito na inveja que me tortura, toda vez que vejo alguém que me pareça feliz... sinta-se, mais uma vez, incluído. Até acredito na sua boa vontade ridícula de retratar minha vida...&lt;br&gt;

Escritor – Como você é pessimista...&lt;br&gt;

Personagem – ...&lt;br&gt;

Escritor – Você pelo menos acredita na minha capacidade de fazer um livro que tenha alguma... qualidade.&lt;br&gt;

Personagem – Sinceramente? Não. Assuntos relacionados a vida estão esgotados. Falar de gente é se repetir, soa eco, discurso enfadonho. Você não existe... você é tão morto quanto eu... se não há escrita, para que servirão os escritores.&lt;br&gt;

Escritor – Mas vou tentar fazer a diferença... sua história é especial, mesmo que você não concorde com isso.&lt;br&gt;

Personagem – (uma gargalhada gostosa!) Não há “especial” (entre os dentes) que triste!&lt;br&gt;

Escritor – Eu costumava te achar especial! Apaixonei-me... desde que soube de sua vida!&lt;br&gt;

Personagem – Pois me escreva, não tenho como impedir, você mesmo o disse. E tenha um prazeroso e meritório fracasso!&lt;br&gt;

Escritor – ...&lt;br&gt;

Personagem – Você consegue conceber coisa mais patética do que sentir paixão?&lt;br&gt;

Escritor – Achei que alguém se interessaria em ouvir tudo o que você passou.&lt;br&gt;

Personagem – A que se refere!? A minha covardia, a traição que sofri, a minha fuga para dentro de mim, o meu suicídio, a minha hipocrisia de sorrisos fartos? Ah!, a minha estupidez! Sentimento é o que copiamos torpemente dos cristãos que necessitavam de procriação e inventaram em seu divino pragmatismo. Eu morri de tristeza, isso não te diz nada. Talvez nem tristeza exista. Já sei... você acha que Alguém deve se interessar por saber sobre a minha enfadonha morte?&lt;br&gt;

Escritor – Tudo o que sei fazer é escrever. Aconselha, então, que eu pare?&lt;br&gt;

Personagem – Aconselhar?! Estou aqui falando... você não entendeu nada.&lt;br&gt;

Escritor – O que faço então? Aceito a derrota!&lt;br&gt;

Personagem – Poxa! Acho que foi essa sua frase mais sensata, desde que aqui estamos! Finja, minta, siga seus instintos, seja mal e faça-se passar por bom, seja pragmático como todos são. Destrua tudo o que tocar, magoe quem puder. Odeie e sorria como se amasse. Manipule. Isso fará de você um vencedor... tome essas palavras como ensinamentos de quem viveu... experiência de vida... e de morte.&lt;br&gt;

Escritor – Então não.... nunca mais escrevo.&lt;br&gt;

Personagem – Não faça.&lt;br&gt;

Escritor – já sei! Vou escrever essa nossa conversa. Fingirei que ela aconteceu.&lt;br&gt;

Personagem – ... (um sorriso orgulhoso entre os dentes). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112502607159339819?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112502607159339819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112502607159339819' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112502607159339819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112502607159339819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/08/o-fim.html' title='O fim...'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112423738718834086</id><published>2005-08-16T17:07:00.000-07:00</published><updated>2005-08-17T15:12:12.203-07:00</updated><title type='text'>Mãe</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;A mulher se vê sinceramente morrendo. Consumida por toda a dor da perda.&lt;br&gt;

Com minhas mãos sujas de sangue e com o coração dilacerado, rio. Rio e morro.
Minha visão é completamente turva, de lágrimas... eu conduzi-a, em meus braços fortes.&lt;br&gt;

Olhando para este cômodo, ainda enxergo nele, beleza. O sangue, que triste abandonara seu corpo, pintou o chão e chapiscou a parede... conferindo cor ao mundo sem mundo e sem vida.&lt;br&gt;

Uma vez a vi, bela e frágil... ela chorava. Seus olhos grandes e negros... e carinhosamente, como prova do meu amor... eu a matei. E rio... morro.
Seu rosto perdeu o rosto... ficou leve.&lt;br&gt;

Eu costumava vê-la correr por entre minhas pernas. Tão linda. Seus cabelos emaranhados. Seu olhos acesos. Sua vozinha lírica e precisa. Seu sorriso único. Naquela tarde, sentada ela disse que queria morrer. Olhou-me nos olhos. Abracei-a. Senti seu coração bater junto ao meu. Passei as mãos por seus cabelos e previ seu futuro. Meu ato.&lt;br&gt;

Uma mulher acompanha, consolada pela piedade de todos, a cerimônia. Seus olhos ganham uma cor turva... cor de dor. Rio. Seu sofrimento é a minha vitória&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112423738718834086?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112423738718834086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112423738718834086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112423738718834086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112423738718834086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/08/me.html' title='Mãe'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112364086477587596</id><published>2005-08-09T19:26:00.000-07:00</published><updated>2005-08-17T15:17:12.560-07:00</updated><title type='text'>O Sonho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Meus medos entram em contato rápido com... o céu, viu-se escuro e vermelho num “de repente” lento. A arvore me disse que tudo era natural, mas a borboleta sobre ela desmentiu: nada é natural, me disse um, qualquer, alguém... só não me lembro quem. O céu desceu e se viu no lago ao lado da arvore e se apaixonou pela sua própria imagem. Narcisista... lindo porém. Quisera compreender o que ocorria. O verde do mato volveu lilás... odeio verde. O capo vasto viu-se, curto. Estreito. Escuro. E o sol grande emitia seus raios de sombra e impediam o sorriso. Mas a borboleta, e suas asas negras e espessas, sorriu em minha direção, enviando assim uma esperança e crença que foram as maiores ofensas que já me fizeram. Quisera o sol e seus raios negros. Fervia o lago. De águas vermelhas, e o céu escureceu te tal maneira devida a insatisfação com sua imagem que se afastou da terra. E pessoa que era, viu-se repentinamente vento. E o escuro volveu claro. Muito claro. E uma luz lunar clareou o sol que incentivado pela patrocinadora luminosa agradeceu em eclipse tapando-a e sua luz intensa em plena madrugada chuvosa. Todos viram.&lt;br&gt;


Meus medos, todos, se dissipam e tudo passa a ter sentido. A cama me agradece o contato longo e o sonho... se apaga em mim, não me lembro. E eu me apago em vida. E a vida segue independente, quase indiferente. Nunca mais chorei. Sucumbi em regozijo ao meu medo mais profundo. E sonhei, experimentando a sensação da distante e divina felicidade, mas felizmente acordei. Experimento, ainda, sanidade e vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112364086477587596?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112364086477587596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112364086477587596' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112364086477587596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112364086477587596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/08/o-sonho.html' title='O Sonho'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112321112789128843</id><published>2005-08-04T20:02:00.000-07:00</published><updated>2005-08-17T15:18:29.970-07:00</updated><title type='text'>O Terror do Espelho.</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Poquissiminhos anos.&lt;br&gt;



Um andar impreciso e decidido... quase inocente.&lt;br&gt;




Há um lugar onde o céu ainda é azul... e o sol ainda tem aquele sorriso que visto, muito se assemelha com um risco curvo. Risco curvo? – que droga, cresci!
Tornei-me tão condicionado. Ahhh, a imagem dos adultos me cansa.&lt;br&gt;




Hoje levantei com medo ter perdido a relevância. Qual é a relevância de se ter RELEVÂNCIA? Mas já me acalmei. Percebi que nunca tive o que dizer.&lt;br&gt;




Pensei em tecer uma análise sobre qualquer coisa. Hahahahahahahahahahahahahahahah.
E estou eu aqui, errando e falando da única coisa que pretendo exteriorizar... eu mesmo. Analisando-me... hahahahahahahah. E o relógio me disse a hora. Tive vontade de correr e fugir, e descobri que não tinha pra onde... que não há um “pra onde”...
Queria fugir pro passado (?) (que horror... nunca fiz frase pior). Mas só pra fechar a “análise”... sabe o que eu sou? Exatamente como você: MEUS SENTIMENTOS!.&lt;br&gt;




Disse. Senta-te e olha-te ao espelho. Muito possivelmente verás uma criança:&lt;br&gt;



Poquissiminhos anos.&lt;br&gt;



Um andar impreciso e decidido... quase inocente.&lt;br&gt;



Há um lugar onde o céu ainda é azul... e o sol ainda tem aquele sorriso que visto, muito se assemelha com um risco curvo. Risco curvo? – droga, você cresceu! Meus sentimentos!, tornou-se tão condicionado.&lt;br&gt;




Ahhh, a imagem dos adultos me cansa tanto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112321112789128843?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112321112789128843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112321112789128843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112321112789128843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112321112789128843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/08/o-terror-do-espelho.html' title='O Terror do Espelho.'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112305072601541142</id><published>2005-08-02T23:30:00.000-07:00</published><updated>2005-08-17T15:23:58.323-07:00</updated><title type='text'>Cálice Quebrado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Sobre a mesa de alvura pálida... de brancura incólume... lívida... estava o cálice.&lt;br&gt;

Calou-se o tempo. A ternura. Tudo. Mudou tudo. Sob os olhos atentos, a lágrima saudosa. E a certeza de um passado tão antigo quanto seus sonhos recém-falecidos. O cálice precipitara-se em cambaleio e sua haste hoje inútil impossibilita equilíbrio que seja... que fora.&lt;br&gt;

Verte em tempo o tudo de outrora que imperceptivelmente terminara em dor sem dor. E fora. Volve morto o que fora sorriso e o três, que de dois, viu-se repentinamente um choroso um. E mantém-se o cálice... quebrado. Distinto.&lt;br&gt;

Sobre a mesa... morre vivido o cálice transparente. Cálido. E a lágrima tão transparente quanto o cálice pára-se e mantém-se viva. Colada ao rosto descrente, sincero, consciente. O que fora dor, fora, vira assim respeito. Tomando de assalto o coração inexistente que viu destruído, sem desejo, sem culpa, o que fora lindo... límpido como o cálice que hoje é incompleto.&lt;br&gt;

Sobre a mesa de alvura pálida... nada. Sob os olhos agora distraídos mágoa e alegria.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112305072601541142?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112305072601541142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112305072601541142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112305072601541142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112305072601541142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/08/clice-quebrado.html' title='Cálice Quebrado'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112287319717508794</id><published>2005-07-31T22:11:00.000-07:00</published><updated>2005-08-17T15:26:08.283-07:00</updated><title type='text'>Last Love</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt; Lê!&lt;br&gt;

- Lento.&lt;br&gt;

- Luar... leite... limpo.&lt;br&gt;

- Lívido.&lt;br&gt;

- Linha?&lt;br&gt;

- Lamento.&lt;br&gt;

- Luz?&lt;br&gt;

- ...&lt;br&gt;

- LINDO!&lt;br&gt;

- Lindo?&lt;br&gt;

- Lindo... Lido.&lt;br&gt;

- Lástima.&lt;br&gt;

- Lágrima.&lt;br&gt;

- Lenço?&lt;br&gt;

- Limite.&lt;br&gt;

- Lar.&lt;br&gt;

- Livre!!!&lt;br&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112287319717508794?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112287319717508794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112287319717508794' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112287319717508794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112287319717508794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/07/last-love.html' title='Last Love'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112287302337953722</id><published>2005-07-31T22:08:00.000-07:00</published><updated>2005-08-17T15:28:33.176-07:00</updated><title type='text'>Despedida...</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;- Venho-te buscar - ouve-se de uma janela.&lt;br&gt;

- Vai, não te vires... jamais verás de novo meu rosto. - De um seu pesar.&lt;br&gt;

- Volto!, prometo. - E cala-se o som.&lt;br&gt;

- Tranca-te do lado de fora. - e o só se esgota.&lt;br&gt;

- É-me vedado ficar.&lt;br&gt;

- OUÇO DA JANELA.&lt;br&gt;

- AMO-TE.&lt;br&gt;

- Cala-te. Vive. Esquece.&lt;br&gt;

- Resides Tilintando aqui.&lt;br&gt;

- Tira... seca... anda.&lt;br&gt;

- Dor... aceita?!&lt;br&gt;

- Vai!&lt;br&gt;

- Nunca...&lt;br&gt;

- ...Volte.&lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112287302337953722?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112287302337953722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112287302337953722' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112287302337953722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112287302337953722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/07/despedida.html' title='Despedida...'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14792661.post-112287273727510079</id><published>2005-07-31T22:04:00.000-07:00</published><updated>2005-08-17T15:30:50.713-07:00</updated><title type='text'>O Vento</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Veio um vento e a arrastou com tudo. Tentou segurar-se, mas foi levada pra longe. Pro leste.&lt;br&gt;
Sentada tenta esquecer... se perde. Não levanta para não ver e ter. E... não lamenta.
Seus braços desconhecem o fraquejar... graças ao vento. Suas pernas desconhecem o tremer... salve o vento. Sua boca evita o secar... uma ode ao vento. Seus olhos não sabem mais fechar... louvemos o vento. &lt;br&gt;
O vento temperou seu existir.&lt;br&gt;
Forte ela vive. Anda. Torce. Esquece.&lt;br&gt;
Sentada ela esqueceu... e agradece... e sorri... e anima-se e levanta-se. Seus joelhos arranhados e seu sangue exposto a servem de memória física... nunca mental. &lt;br&gt;
Seu cabelo desarrumado e seu aspecto espontâneo a lembram do trabalho a fazer, nunca do que já foi feito. &lt;br&gt;
Sentada... viu o adormecer de sua existência que o vento levou. E agradece. Ali. Sentada. Ao leste. Doente. Cansada. Sangrando. Viva. Forte. Sentada propõe um brinde a toda forma de vento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14792661-112287273727510079?l=umbrindeador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umbrindeador.blogspot.com/feeds/112287273727510079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14792661&amp;postID=112287273727510079' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112287273727510079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14792661/posts/default/112287273727510079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umbrindeador.blogspot.com/2005/07/o-vento.html' title='O Vento'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02710989366716073077</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://www.geocities.com/jack_mcfool/de_conceitual.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
